Juiz falsamente acusado de aprovar “cura gay” se manifesta, mas ainda não processou ninguém

A grande mídia novamente fez aquilo que mais sabe fazer: propagar “fake news”. Nesta semana, o maior surto de “fake news” ocorreu a partir da criação de uma narrativa dizendo que um juiz, Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal, teria permitido a “cura gay”.

Desde o início já sabíamos que tudo não passava de fraude. Na verdade, o truque do CFP (Conselho Federal de Psicologia), junto com a extrema esquerda, foi fingir que “psicólogos curam doenças” – o que é falso – para dizer que homossexuais não podem buscar terapia para tratar questões de confusão sexual, pois isso seria uma “cura gay”. A acusação é gravíssima, pois se for verdade que o CFP considera que “psicólogos curam doenças”, então automaticamente todos os psicólogos do Brasil estão na ilegalidade, pois estariam exercendo ilegalmente a medicina, única área que pode “curar doenças”. Ou seja, para fazer narrativa, o CFP se juntou a extrema esquerda para difamar toda uma categoria profissional.

O fato é que na última segunda Waldemar concedeu uma liminar por tornar legalmente possível que psicólogos atendam homossexuais da mesma forma que já atendem os heterossexuais, inclusive para tratar de questões relacionadas à sexualidade.

Como sabe que os jornais da mainstream media estão mentindo, ele não dará entrevistas aos picaretas. Afirmou que quem tiver dúvidas deve ler sua decisão judicial.

Veja, na íntegra, o comunicado do juiz:

Considerando que em nenhum momento este Magistrado considerou ser a homossexualidade uma doença ou qualquer tipo de transtorno psíquico passível de tratamento;

Considerando ser vedado ao Magistrado manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento (art. 36, III, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional);

Considerando existir meio processual adequado à disposição das partes para pedir o esclarecimento de eventuais obscuridades ou contradições em qualquer decisão judicial.

Este Magistrado vem a público declinar dos convites a ele formulados por diversos meios de comunicação no intuito de debater ou esclarecer seu posicionamento acerca da questão. Espera-se a compreensão do público em geral, em especial daqueles que não tiveram a oportunidade de ler, em sua integralidade, a referida decisão, que se encontra disponível no sítio do TRF1

Ou seja, mais uma vez a extrema esquerda – especialmente na mídia – é exposta como praticante de mitomania.

Homossexualidade não é doença. Mitomania é. E o juiz mostrou que a mídia brasileira está doente.

O juiz deveria processar pelo menos uma dezena de socialistas que fizeram a narrativa de que ele “tentou legalizar a cura gay”.

Mas por enquanto, fica a refutação.

You may also like...