Tristeza não tem fim

Tristeza não tem fim

Fica então a pergunta final: Como os jovens poderiam motivar-se diante de uma estrada com apenas dois caminhos possíveis: Um, ser um eterno escravo do Estado burguês. Dois, ser um eterno pobre (ou rico, no caso dos apaniguados do poder) coitado, sustentado por este mesmo Estado burguês. Querem exemplos de uma vidinha mais medíocre que estas duas? Sinto muito. Não rola. Eu não conheço. E nem quero conhecer. Já me basta a atual.

O post Tristeza não tem fim apareceu primeiro em Opinião Sem Medo!.

You may also like...